domingo, 30 de junho de 2013

Brasil es el campeón


Do Japão ao Brasil
日本からブラジルへ


Campeão
チャンピオン





Esse é o titulo para falar da vitória do Brasil contra a poderosa Espanha. Sim nós recebemos todos, abraçamos todos!
Mas esse é o nosso território! Somos lutadores.  Vamos do Japão ao Rio de Janeiro fazendo história.
Não é certa nem isenta de polêmica a atribuição a uma cultura ou país da invenção do futebol. Sabe-se entretanto que as primeiras manifestações do chamado football (do inglês foot, pé; e ball, bola) surgiram entre 3.000 e 2.500 a.C, na China.


O Football




O primeiro registro de um desporto semelhante ao futebol atual nos territórios bretões vem do livro Descriptio Nobilissimae Civitatis Londinae, de Willian Fitztephe, em 1175. A obra cita um jogo (semelhante ao soule) durante a Schrovetide (espécie de Terça-feira Gorda), em que habitantes de várias cidades inglesas saíram à rua chutando uma bola de couro para comemorar a expulsão dos dinamarqueses. A bola simbolizava a cabeça de um invasor.




Por muito tempo o futebol foi meramente um festejo para os ingleses. Lentamente o desporto passou a ficar cada vez mais popular. Tanto que, no século XVI, a violência do jogo era tamanha, que o escritor Philip Stubbes escreveu certa vez: "Um jogo bárbaro, que só estimula a cólera, a inimizade, o ódio e a malícia." - O que de fato, era verdade. Era comum no desporto pernas partidas, roupas rasgadas ou dentes arrancados. Há noticias até de acidentes fatais, como a de um jogador que se afogou ao pular de uma ponte para apanhar a bola. Houve também muitos assassinatos devido a rivalidade entre equipes. Por isso, o desporto ficou conhecido como , "futebol de massa".




Em 1700, foram proibidas as formas violentas do futebol. O desporto, então, teve que mudar, e foi ganhando aspectos mais modernos. Em 1710, as escolas de Covent Garden, Strand e Fleet Street passaram a adotar o futebol como atividade física. Com isso, depressa ganhou novos adeptos, que saíram de desporto como o tiro desportivo e a esgrima. Com a difusão do desporto pelos colégios do país, o problema passou a ser os diferentes tipos de regra em cada escola. Duas regras de diferentes colégios ganharam destaque na época: um jogo só com o uso dos pés, e o outro com o uso dos pés e das mãos. Cria-se, assim, o football e o rugby, em 1846. (Fonte Wikipédia  http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_do_futebol)



Ganhou!


Mais uma luta vencida!





Mais uma vez parece que todos os problemas acabaram!!!!  




Parece!


                                                       
Veja o filme:


O povo


O povo tem a força, só precisa descobrir. Se eles lá não fazem nada, faremos tudo daqui. É nessas horas que a letra do rep faz sentido.




Essa não é a primeira vez que saímos nas ruas. Também não é a primeira vez que temos um resultado positivo dos protestos. Mas certamente será um momento histórico em que o povo se levanta e vai atrás dos seus direitos.
Um homem libertou a índia da mão dos ingleses sem usar as armas. Aquele seria um protesto pacifico. Seu nome era Mahantma Gandhi. Outro nome lendário por lutar pela igualdade racial é Martin Luther King que mudou o rumo da história Americana.

Nos sempre tivemos o poder... Desde as diretas Já. Um povo que tirou o presidente Color, é certamente capaz de mudar o mundo. Eu aproveito para dizer que essa não é apenas uma resposta da juventude em relação a tudo que à de errado no país.  É só o começo de uma Grande Mudança!   



Não somos apensa o país do futebol. 



  

Somos um Povo que quer Mudança!

terça-feira, 18 de junho de 2013

Piano no Metro

 
Um pouco da história do projeto, que permite que permite o uso de um piano ao grande público do Município de São Paulo.

Longe dos grandes palcos, o projeto: “Piano no Metro” permite que qualquer pessoa possa toca-lo sem custo.     

 

O projeto "Pianos no Metrô" existe desde março de 2011 e já ser tornou um ponto de encontro dos apreciadores de boa música. Não é raro vermos uma roda de passageiros assistindo a apresentação de um pianista anônimo.
   Atualmente, são três pianos itinerantes que ficam disponíveis para os usuários por aproximadamente dois meses em cada estação. Nos próximos dias 2 e 3, os instrumentos serão transferidos para outras estações do sistema. Agora, eles estarão disponíveis em Luz (Linha 1- Azul), Vila Prudente (Linha 2-Verde), Sé (Linha 3- Vermelha) e Vila das Belezas (Linha 5- Lilás), em espaços específicos para eventos culturais.

 Os três pianos, do tipo vertical, foram fabricados pela Fritz Dobbert e doados pela CINEMAGIA, empresa parceira do Metrô no Projeto Encontros.
 Os instrumentos, que podem ser tocados pelos usuários até o fechamento das estações, à meia-noite, têm por objetivo aproximar o público metroviário da arte, como já acontece nas demais estações com as obras do acervo permanente e as exposições temporárias.


segunda-feira, 20 de maio de 2013

Um projeto da BAND




Prêmio Escola Voluntária



   Uma competição onde vence a união e a inclusão deixa de ser frase feita e passa a ser fato. Assim eu defino o projeto escola voluntária.

    Entrei em uma das maiores empresas da área de Comunicação do País, para fazer uma matéria, sobre o Prêmio Escola Voluntária. Primeiro falei com a assessora de imprensa Vanessa Lorenzini, por e-mail, ela foi super gentil.

    Marcamos... Estava tudo certo eu iria entrevistar André Russo, um dos coordenadores do projeto, ao lado de Luciana Lobo. A entrevista com o André foi gravada para o Momento Abelha. Ele me falou do projeto Escola Voluntária que é realizado pela Rádio Bandeirantes, em parceria com Itaú Social. 

    O projeto começou em 2001 apenas em São Paulo, hoje abrange o Norte e o Sul do país. As escolas escrevem um projeto para concorrer ao Prêmio Escola Voluntária. E os alunos passam por uma oficina de rádio.



     Mas eu gostaria de falar da importância de trabalhos como este feito pelo Grupo Bandeirantes, na vida dos jovens. Entrar em um ambiente que muitas vezes foge da nossa realidade muda drasticamente nosso modo de pensar.
      Porque sempre pensamos que tudo é muito difícil e tão distante. Enquanto eu caminhava pelos corredores da Band, me lembrava dos tempos de criança, quando jogava futebol com os pés descalços no Campo do Astro. Naquela época eu jamais imaginaria que um dia ficaria frente a frente com Marcelo Tas, o padrinho do Prêmio Escola voluntária.   Mas isso aconteceu em 2011.




   Entrando nos estúdios da Rádio, logo depois de visualizar José Luis Datena, apresentando o seu programa Brasil Urgente. Programa que a minha mãe não costuma perder. Fiz apenas uma gravação que mudou minha forma de ver o mundo. Agora imagina os jovens que tem a oportunidade de participar do projeto Escola Voluntária. Certamente é pura felicidade.


   Toda essa experiência motiva os jovem, assim como me motivou. E mostra à eles que as coisas não estão tão longe quanto parecem. E alcançar um objetivo, por maior que venha ser é possível. Basta que lutemos para isso. Agora veja o vídeo feito pelo Repórter Abelha:
                              
                                 Momento Abelha Apresenta

visite o site do projeto:


    

                      Se a sua empresa também faz trabalho social aqui tem espaço para ela! 


sábado, 18 de maio de 2013

Eu Sou Funkeiro !!!



Inspirado no tema de Thais Cavalcante escrito para o
Blog Wikimapa





O meu país é tropical, meu Rio de Janeiro é terra do Funk e também do carnaval, mas eu vou falar de um problema social... MC Junior e MC Leonardo.  


Poucos cronistas conseguem fazer o que Thais Cavalcante conseguiu com o seu Texto. Mexer nas entranhas de quem o leu, fazer se mover até o computador mais próximo para escrever em resposta ao que foi dito.
Sempre quis falar do funk. Talvez eu não tivesse a coragem que essa wikrrepórter teve. Talvez eu me sentisse inseguro em relação aos olhares de uma sociedade preconceituosa.

“O funk não é modismo é uma necessidade para calar os gemidos que existem nessa cidade”

Diz a letra do Rep Era só mais um Silva, de Bob Rum. Que define o verdadeiro significado do estilo musical, que é Marginal por natureza.
Sim marginal, colocando nos holofotes as comunidades os costumes de um povo rejeitado culturalmente. Assim as musicas falam daquilo que esta na boca dos jovens. E ninguém quer esculturar. A letra apenas expressa o que eles já falam nas rodas de amigos.




foto baile funk  furacão 2000



“Eu só quero é ser feliz e andar tranquilamente pela favela onde eu nasci”. Cidinho e Doca, Rep Eu só quero é ser Feliz.

Que bom que existe o funk, nenhum pai vai poder dizer que não sabe o que o filho faz. Afinal esta tudo nas letras. Nenhuma mãe vai dizer que não tem tempo de ouvir sua filha, é apenas preciso passar por um carro com o som ligado. E quem disser que o funk só faz apologia pense no funk como um espelho, ele só reflete aquilo que a juventude fala e faz ou tem vontade de Fazer!

Quando o pensamento muda, a letra do funk muda... Há...

Lelekleleklek...  

para um jovem mudar seu jeito de pensar é preciso esculta-lo!


E para quem diz que o Funk não é cultura é porque não viu o professor Silvio do Cursinho Miguel Colto ensinando Química com Funk. Adeus hipocrisia... Como a feijoada saiu das senzalas e ganhou espaço na alta Gastronomia, assim acontece com o Funk.   

“Nesse País Todo mundo só sabe criticar falar que Favela é perigosa lugar ruim de morar”. Rep das Amar Junior e Leonardo.  

Porém...
É som de preto...  De Favelado... Mas quando toca... Ninguém fica parado.
Aqui é o Abelha
Voltarei com certeza para deixar outro recado

     
       Conheça a história do Funk Carioca :



Fique com o Rep que pede a Paz Mc Neném


Wikrrepórter Abelha



Isso mesmo agora sou um membro de um Grupo, grupo que já nasceu grande porque mapeia a maioria, dá a voz para a Maioria e se preocupa com a Maioria... Se a maior parte da população vive nas periferias, o que acontece se esta “maioria” se unir?
Essa maioria vai Mapear o Seu espaço:
Vira Wikimapa!

Um projeto assim só poderia ter sido feito por uma Rede Jovem!

Veja Rep  feito por jovens da Zona Sul de São Paulo!

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Turano por dentro do Morro!





uma foto tirada no morro do Turano




Quando eu entrei no Turano, Morro do Rio de Janeiro, pela primeira vez, veio logo uma cena de filme, daqueles que os homens sobem de preto. Sim porque morro o serviu de cenário para o Filme tropa de Elite. Com ONGS, UPP no pé do morro, resolvi me concentrar em quem me recebeu, como se ali eu tivesse sido criado. A comunidade! 


Esse é um Blog que tem a missão de mostrar o mundo pelos olhos de um jovem da periferia. Ai parceiro eu subo o morro, mas é para compartilhar um domingo de paz e tomar café enquanto aprecia o mar sem maré.



Fique a gora com um Rep que homenageia as Favelas  e é Claro que o Turano esta entre elas. 


Um agradecimento a uma amiga que não me deixou errar o texto Shirlei Sabbag, aproveito para pedir a participação de todos, pois vocês ajudam o projeto ficar cada dia melhor!